Postando de Guarulhos!

June 10, 2006 by leocarbonell

Posso não entender muito de tecnologia… Mas faço uso dela…

Estou no Aeroporto de Cumbica, prestes a embarcar, e pela conexão wi-fi estou conseguindo acessar tranquilamente a Internet. Tive uma boa viagem até aqui… Mas demorou, então o próximo post é que relatará o passeio turístico de SP até Guarulhos.

De mudança

June 9, 2006 by leocarbonell

Estou mudando o servidor desta josta…

O blog esteve fora do ar pela manhã, devido a minha ignorância tecnológica. Mas já voltou… No próximo blog já estarei em outro servidor. Pros leitores, será transparente… :)

Cerveja safada

June 8, 2006 by leocarbonell

Ontem, mais uma vez acompanhado de Darci, grande companheiro em SP, fui ao São Pedro São Paulo, um pub bem bacana aqui pertinho do trabalho. Reproduzo entre aspas abaixo o convite deste camarada ao telefone:

"LeoK bora ali no SPSP tomar umas Guinness!!!"

Bem, lá fui eu. Cheguei lá e encontrei com outros parceiros do trabalho e pedi um chopp safado que só, da Kaiser. Então, pra contrabalançar, resolvi pedir a tal da Guinness. Pra mim, naquele momento, esta era apenas mais uma cerveja importada, valeria experimentar.

Qual não foi minha surpresa, ao chegar a cerveja, percebi que a Guinness era uma cerveja preta!!! E AMARGA!!! (vim a descobrir depois que ela é feita de café). Não sou um apreciador de cerveja tanto assim para saber aproveitar tal cerveja, mas a bebi com gosto, o gosto do novo.

Chegando a conta, veio a outra surpresa: A lata que tomei (uns 500ml) custou-me R$19,00!!! Isso mesmo!!! Cheguei a pesquisar o preço dela no varejo (quente, no supermercado) e ela é efetivamente cara. No Pão de Açucar custa R$9,17. Na próxima vez, vou de Kaiser mesmo!!!

Higienópolis

June 7, 2006 by leocarbonell

Ontem fui no tradicional bairro. Bairro de FHC. Jantei com meu amigo Darci, companheiro de toda hora.

Foi uma aventura interessante. Não pela chegada: facilmente chegamos a Praça Villaboim, lugar de inúmeros restaurantes lado a lado. Fomos pela Consolação e descemos pelo Estádio do Pacaembu (que em breve terei que visitá-lo, pois a visão que tive foi muito positiva) para chegar tranquilamente à praça. Jantamos no Pizza Bros, lugar agradável e excelente pizza.

Na saída começou nossa aventura. Por uma escolha errada de caminhos (e por eu não ter estudado o mapa antes) fomos rapidamente parar no Largo do Arouche. A propósito, carioca só conhece esse nome pelo programa Sai de Baixo. Podia facilmente ser ficção. Acredito que Bixiga, Anhangabaú, Tucuruvi são exemplos de nomes esdrúxulos mais conhecidos do carioca. Bem, voltando a aventura. Não sei qual o caminho que afinal tomamos, chegamos muito próximos ao Largo do Arouche, e era já quase meia-noite. Ali, "profissionais da vida noturna" oferecem seus serviços em todas as esquinas.

Após algumas idas e vindas conseguimos nos encontrar na Amaral Gurgel, que já tínhamos cruzado algumas vezes e que quase fomos abalroados por um carro da PM – o que completaria com chave de ouro a aventura. Dali foi fácil chegar na R. da Consolação, o que nos levou facilmente de volta ao Itaim. O mapa mostra o provável caminho perdido que fizemos.

Numa próxima oportunidade escrevo sobre o Pacaembu, logo que o visitar num jogo do Campeonato Brasileiro, após a Copa.

Rodoviária e Escadinha

June 5, 2006 by leocarbonell

Cariocas esnobes (eu incluso) costumavam referir-se ao Congonhas como uma rodoviária. É verdade que o aeroporto, antes da reforma, parecia muito uma rodoviária, das mais chulézonas desse Brasil. E nos gabávamos de nosso Santos Dumont.

Agora, com a reforma e a estupenda valorização de CGH no cenário aeroviário nacional esse conceito está se desfazendo, pelo menos para mim.

Porém, ainda existem os seguintes resquícios da rodoviária:

  • Portões de 13 a 28: Esses portões ainda não estão equipados com Fingers. Assim, em um espaço no andar térreo que deveria abrigar 3 ou 4 portões estão aglomerados lado a lado uns 15 portões. Imagine o movimento disso na sexta à noite!!! E, para fazer jus à alcunha de rodoviária, destes portões os passageiros tem que pegar ônibus para chegar na porta do avião.
  • Check-in da TAM: A TAM, excelente companhia aérea, não conhece o modelo de fila única: utiliza praticamente uma fila por destino. E está confinada numa área muito pequena e estreita do salão de check-in. Resultado: nas sextas-feiras à noite é impraticável transitar por ali. Tem vezes que a fila (ou melhor, a aglomeração) é tamanha que fica gente literalmente do lado de fora. Só se entra pelos lados. Enquanto isso, o balcão da Varig fica vazio, vazio, ocupando enormes balcões antes destinados a maior companhia do Brasil.
  • Escadinha: Esse é o melhor cartão postal da Cidade. Como as obras do aeroporto ainda não estão concluídas, entrar de taxi na entrada do estacionamento e desembarque dos taxis é missão suicida para quem normalmente chega em cima do laço. Então o esquema é falar pro motorista: "vamos ficar na escadinha, ok?" Isso significa que o taxi irá parar numa calçada safada na pista central de uma avenida altamente movimentada (Washington Luiz) disputando espaço com pedestres a espera do ônibus e funcionários do aeroporto comendo churrasquinho de gato e outros kitutes nessa mesma calçada de um metro e meio. Por que escadinha? Por que, para chegar no aeroporto temos que subir por uma escadinha de uns 3 degraus que separa o nível da pista central com a pista de serviço do aeroporto (aquela que desviamos). Vale a pena pelo tempo… Mas é um lixo!!!

Sem trânsito, mas sem rádio

June 4, 2006 by leocarbonell

É realmente um luxo morar pertíssimo do trabalho. Saio de casa e em 5 minutos já estou em minha estação. Um dos problemas colaterais é que não mais posso escutar o rádio na ida ao trabalho, e acompanhar algum noticiário (CBN ou BandNews). Era um dos meus passatempos preferidos, principalmente quando o Ricardo Boechat apresentava o noticiário carioca…

A Voz do Brasil

June 1, 2006 by leocarbonell

Não sei porque. Mas aqui em SP não toca a Voz do Brasil às 19h. É injusto (quem não queria se ver livre dessa praga propagandista?). Mas deve ser um indicativo da força econômica que o estado de SP excerce na estrutura de poder no Brasil.

Ia até pesquisar o porquê disso. Mas estou cansado de pesquisa hoje. :) Mas lembro que já tentaram isso no RJ, por uma época algumas emissoras poderiam trocar o horário de transmissão para 23h, contanto que mantivessem uma estrutura de notícias no ar, principalmente sobre o trânsito. Mas não vingou por muito tempo. Espero que um dia volte, ou adote-se o modelo paulista por todo o Brasil.

Cinema com lugar marcado

May 30, 2006 by leocarbonell

Diziam que era a invenção mais civilizada a se fazer (como o foi, também a proibição de fumo nos aviões e a marcação de lugares na ponte aérea). Porém, achei uma boa porcaria.

Outro dia fui ver Munique, de Spielberg, lá no Cinemark do Iguatemi. Não sabia dessa novidade. Quando o bilheteiro me perguntou qual lugar queria cheguei a olhar pro lado pra saber se era pegadinha :) . O filme já estava em cartaz há algum tempo, então não havia nenhum motivo para isso. Mas, escolhi lá o lugar que o bilheteiro indicou como sendo o melhor.

A sala estava completamente vazia quando cheguei. Não fazia o menor sentido aquilo tudo. Porém, caxias como sou, fui lá pro meu lugarzinho, que afinal não era o melhor da sala. Resolvi arriscar então: mudei pra duas poltronas pro lado. O cinema não encheu mas, como era de se esperar (e como o bilheteiro sempre indicava o melhor lugar disponível) ficamos uns 15 carinhas, tudo amontoados na mesma seção do cinema enquanto outros lugares permaneciam vazios. E, euzinho, ainda tive que sair do lugar que eu tinha roubado.

Achei até a iniciativa válida, mas apenas para os blockbusters nas primeiras semanas.

Pastel do Trevo

May 26, 2006 by leocarbonell

Ontem fui conferir um dos mitos de SP: o Pastel do Trevo… Fui indicado de que lá havia um pastel do tamanho do ante-braço de um adulto! E com muito recheio! Cheguei a duvidar… Mas o que se aprende aqui é que não se deve duvidar das novidades…

O pastel é realmente muito grande, e muito gostoso também. Vem com muito recheio e chega a cansar-se ao comê-lo. Ele já vem partido ao meio, para facilitar a experiência. Fica ali na Nove de Julho com a José Maria Lisboa. Estava descendo da Paulista, para pegar um ônibus em direção ao Itaim e o primeiro ponto de ônibus era exatamente nessa esquina.

A casa é uma filial do Pastel do Trevo de Bertioga, cidade do badalado litoral norte de SP. A história que se conta (não pude conferir) é que esse estabelecimento fica exatamente no trevo rodoviário de entrada da cidade, daí o nome.

Vale a pena conferir o pastelão!

Corredor vs. Passa Rápido

May 25, 2006 by leocarbonell

Uma das grandes soluções de trânsito que se implementou em SP foi o corredor. Ou, pelo menos, para mim parecia ser assim. Porém, tudo o que eu chamava de corredor era uma simplificação de 2 tipos de vias exclusivas para ônibus: corredor e passa rápido.

O corredor é uma faixa exclusiva de circulação de ônibus, porém sem grande alteração na engenharia local. É simplesmente uma faixa pintada no chão.

O Passa Rápido também é uma faixa exclusiva para ônibus (e taxis tripulados) porém tem o diferencial que as paradas podem ser tanto à direita como à esquerda. Os ônibus que atendem os Passa-Rápidos são especiais, possuem 4 portas.

Mais do que simplesmente uma faixa pintada no chão, os Passa-Rápidos requereram uma reformulação (com obras e provavelmente com superfaturamento :) ) geral de toda a sua área de influência. Pegue-se o exemplo da Nove de Julho: ali, há alguns anos, haviam 4 faixas subindo e 4 faixas descendo, separados por um canteiro central. Sua obra de implementação deve ter diminuído o tamanho do canteiro central e, na maioria do seu percurso, permanecem as 4×4 faixas. Porém, as paradas na subida e na descida são desencontradas. Assim, junto a parada que sobe, por exemplo, há um recuo para os ônibus que param enquanto os outros ônibus podem continuar sua viagem, sem que toda a fila pare. 200m adiante o mesmo acontece, na pista inversa. As paradas são totalmente sinalizadas e confortáveis, com uniformidade visual ao longo da cidade.

O Passa-Rápido é uma solução simples. Provavelmente é uma obra cara, e deve gerar um transtorno incomparável durante suas obras. Porém, o benefício futuro é gigantesco. Mas, está baseado em respeito + "law-enforcement". Em vários pontos de cada um desses corredores especiais existem os operadores de tráfego da CET (marronzinhos) e radares. Sem "law-enforcement" a sociedade organizada (trânsito, criminalística, corrupção, etc) não verá eficiência nas suas soluções.